Eita piqueno…
Mudei de blog. Mudei de endereço. Meu espírito nômade é imperioso. Na verdade sou nômade e cheia de quinquilharias. Tava querendo trazer tudo que estava no outro pra cá. Mas, não deu. Portanto, se você quiser saber da minha vida pregressa visita o antigo. A partir daqui é aparte daqui. Entendeu? Nem eu. Mas, posso fazer um resumo. Mas, um resumo mesmo. Compacto dos melhores momentos e não um vale-a-pena-ver-de-novo.
A ciência realmente não sabe de nada de garotas como eu! Tenho uma questão epistemiológica muito séria para resolver. Nada que o positivismo de Auguste Comte possa explicar ou experimentar… Bom, depois que Hannah Arendt me contou que eu sou um ser condicionado e que o que faz o homem infeliz é ele tomar consciência de si… Não sei mais de nada! Veja só os animais. Ele não raciocinam (não como nós humanos, seres superiores, definimos o raciocínio), não tomam a si próprio como um objeto de estudo e nem ficam fazendo conjecturas sobre a sua própria existência como animais sociais ou políticos (Aristóteles deve se revirar na cova, ui!).
Sempre sou acusada de, como regra, procurar o que os outros ignoram. Dúbio? Talvez sim. Mas, a vida é dúbia. Assim como é certo que não há nada na vida que não seja marcado pela incerteza. Será que existe algum sentimento que mereça o rotulo da certeza absoluta? Se encontrar me avise, por favor…
Mãe diz que eu nunca termino o que eu começo
Ex-namorado diz que eu adoro terminar
Irmã diz que eu nao sei o que quero da vida
Amiga diz que eu preciso aprender a me controlar
Chefe diz que devo continuar assim…
Colega de trabalho diz que eu sou gostosa
O carinha que eu fiquei diz que a culpa e minha
E eu? Bem, eu nao disse nada…
Eu nunca digo nada mesmo!
1 Comentário
02/06/2007 às 3:40 am
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